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Do virtual ao concreto: a sensibilidade dos robôs de Jack Holmer

Poética e encantamento definem obra do artista curitibano Jack Holmer, que neste ano cedeu a fotografia de uma de suas obras para ilustrar o cartaz de divulgação do 24ª edição do Seminário de Pesquisa e 19ª do Seminário de Iniciação Científica da Universidade Tuiuti do Paraná.

Sua obra está intimamente ligada aos pressupostos que envolvem o evento, se a ciência é uma inquietude a obra de Holmer pode ser considerada uma inquietação, uma provocação aos sentidos. Inspirado no universo da ficção científica, dos games, da tecnologia e dos códigos computacionais, o artista cria robôs etéreos que buscam nos leves movimentos uma interação com o público.

Holmer é uma pesquisador determinado, sua exposição “ O Nascimento dos Robôs” faz parte de uma estudo iniciado em 2014 e com término previsto para 2024, nesta pesquisa o artista recria, a partir da robótica, o corpo físico tendo como base a fisiologia e a cognição humana. O resultado é uma obra que transcende o espaço tempo: ao mesmo tempo em que nos leva ao robô do filme Metrópolis de 1927, nos empurra para um futuro que ainda não conhecido.